BRABHAM

"UMA CONQUISTA QUE NUNCA SERÁ REPETIDA"

DAMON HILL 

JACK BRABHAM FOI O PRIMEIRO E ÚNICO HOMEM A GANHAR UM CAMPEONATO MUNDIAL DE FÓRMULA 1 NO SEU PRÓPRIO AUTOMÓVEL DE COMPETIÇÃO. E FÊ-LO COM PNEUS GOODYEAR.

Brabham. Goodyear 

UMA PARCERIA QUE CONTINUA A LIDERAR O CAMINHO

Brabham venceu a corrida, e o seu terceiro título do Campeonato do Mundo, com um motor menos poderoso. Uma verdadeira lenda da condução.

Em 2019, a Goodyear e a Brabham Automotive reacenderam a parceria vencedora que começou em 1965. A liderar o regresso da história da Brabham e da Goodyear está o BT62. Este automóvel de pista puro-sangue e sem restrições está limitado a uma produção de apenas 70 veículos. Com 972 kg de peso (seco) e 700 cv no motor V8 de 5,4 litros, já despedaçou recordes de volta na classe GT3.  

Tal como aconteceu nos anos 60, as competições automobilísticas atuais são uma plataforma importante para demonstrar as tecnologias de pneus numa vasta gama de diferentes protótipos e automóveis GT. 

O programa de desenvolvimento de pneus da Goodyear, resultante da participação em provas de automobilismo, continua a ser um componente essencial para ajudar Brabham a alcançar as suas ambições dentro e fora da pista. 

"O EQUILÍBRIO ENTRE O PNEU, O AUTOMÓVEL E O PILOTO ERA EXATAMENTE O QUE PRECISÁVAMOS. E FOMOS A BRANDS HATCH E GANHÁMOS."

DAVID BRABHAM

Goodyear and Brabham

CELEBRAR UMA PARCERIA

EMBLEMÁTICA NO AUTOMOBILISMO

Ao longo de uma parceria recordista que redefiniu a Fórmula Um, Brabham e a Goodyear alcançaram 26 vitórias de Grandes Prémios. Após uma paragem de quase três décadas, o nome Brabham voltou em 2018, mais uma vez com a Goodyear a fornecer a borracha para o novo supercarro BT62.

Para celebrar o regresso desta parceria lendária, criámos uma série de documentários que olham para o passado, o presente e o futuro. Filmados diretamente no deslumbrante circuito Trac Mon em Anglesey, os filmes apresentam o melhor da experiência em engenharia moderna, o pior do tempo galês e duas marcas que prosperam ao quebrar barreiras em quatro rodas.

 

Com contribuições de Damon Hill, da própria equipa de automobilismo da Goodyear e David Brabham, esta é uma visão adequada de duas marcas de competição emblemáticas e um olhar fascinante sobre o que o futuro reserva para a Goodyear e Brabham

Brabham BT62R - Ep 1:

O pináculo do desempenho

Brabham BT62R Ep 2:

A parceria perfeita

Brabham BT62R Ep 3:

A estrada à frente

Aos 40 anos,
deleitava-se no desafio de se tornar o mais velho campeão mundial de Fórmula Um  

Brabham teve a sua estreia na Fórmula Um com a Cooper Car Company no Grande Prémio Britânico em 1955. 

Brabham é um mecânico experiente e um piloto feroz, e trabalhou com Cooper para adaptar o automóvel ao seu estilo próprio de corrida de ataque. Esta personalidade híbrida de mecânico/piloto fez com que ficasse a trabalhar no automóvel até à madrugada antes do dia da corrida.

Num desporto elitista, a experiência técnica e o espírito de "mãos à obra" de Brabham permitiram-lhe ganhar fama, tanto como piloto como construtor potencial.

Brabham ganhou o Campeonato Mundial de Fórmula Um com a Cooper em 1959 e 1960. Em 1962, deixou a Cooper para conduzir pela sua própria equipa: a Brabham Racing Organisation.

 

Tendo ganho dois Campeonatos do Mundo de Fórmula 1, a esposa de Brabham incentivou-o a reformar-se das competições após a temporada de 1965. 

A sua equipa não precisava dele no cockpit. Não valia a pena o risco, a Fórmula Um era um desporto perigoso.

No entanto, a temporada de 1966 viria a mudar tudo. Enquanto as outras equipas estavam a experimentar com os recém-permitidos motores V12 de 3,0 litros, Brabham quis jogar pelo seguro. Ele sabia que um motor V8 feito com peças existentes daria aos automóveis da sua equipa menos potência, mas uma vantagem em termos de fiabilidade. Entusiasmado pela perspetiva desta batalha entre motores V8 e V12, e tendo dificuldade em encontrar pilotos competitivos para a sua equipa, Brabham sentou-se novamente ao volante, a competir com pneus Goodyear.

Aos 40 anos, deleitava-se no desafio de se tornar o mais velho campeão mundial de Fórmula Um.  

Os meios de comunicação da altura estavam obcecados com a sua idade e ambição. Numa ação pouco característica no Grande Prémio da Holanda, à medida que os outros pilotos correram para os respetivos carros para iniciar a corrida, Brabham fez pouco dos meios de comunicação. Decidiu brincar com a sua idade avançada e cambaleou até ao automóvel com uma bengala e uma barba falsa para causar mais impacto.  

Mas também ridicularizou quem o criticava.

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